A nova comédia com distribuição da A24 “On Becoming a Guinea Fowl” começou a receber suas primeiras análises. Com a realização do Festival de Cannes, que teve início no dia 14 de maio e vai até o dia 25, o filme estreou no festival francês e chamou a atenção de grandes veículos da indústria. O longa da diretora zambiana Rungano Nyoni estreou na sessão Un Certain Regard do festival.

Grandes portais separaram artigos específicos para se debruçar sobre a obra. Foram os casos da IndieWire e The Hollywood Reporter. Ambos veículos publicaram textos voltados para a produção com bastantes elogios por sinal. No texto assinado por David Ehrlich no site da IndieWire, o jornalista destaca o “trauma pessoal entra em conflito com a tradição cultural no novo filme de Rungano Nyoni após “I Am Not a Witch”. Um dos destaques antecipados de Cannes , chegando nos EUA pela A24.”

Já no The Hollywood Reporter, tradicional periódico da indústria cinematográfica norteamericana, o filme também recebeu destaque e elogios. Em sua publicação, a jornalista Lovia Gyarkye afirma que “On Becoming a Guinea Fowl” é um drama zambiano inteligente e perturbador que retrata o acerto de contas de uma família.” Além dos grandes portais, o filme também recebeu atenção de outros veículos e jornalistas que estão cobrindo o evento.

Para o site TimeOut Film, Anna Smith deu cinco estrelas para o filme e afirmou: “A roteirista e diretora Rungano Nyoni atrai você, de forma intrigante, para este mundo patriarcal, gradualmente removendo as camadas de personagens enigmáticos para explorar a cultura zambiana.” Para o site francês Cinématraque foi a vez de Mehdi Khnissi trazer o seu olhar e escrever: “Uma descoberta muito boa em relação ao filme zambiano “On Becoming a Guinea Fowl”, que retrata com precisão sobreviventes de abuso familiar confrontados com seu passado.”

Por fim, na rede social X, tivemos mais impressões sobre a obra. É o caso de Matt Neglia, importante jornalista do meio que escreveu: “É um drama fúnebre da Zâmbia da diretora de “I Am Not A Witch”, Rungano Nyoni, que usa tropos familiares da viajante do ocidente que chega em casa para lidar com sua identidade e o passado de sua família, expressando-os através de lentes culturalmente específicas que são únicas e cativantes. Inicialmente envoltos em mistério, os segredos desta família aprofundam-se em complexidade e escuridão, evoluindo para uma cena final everfilhante que é ao mesmo tempo profundamente triste e convincente. Susan Chardy e o resto do elenco predominantemente feminino entregam atuações fortes.”

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